5 Curiosidades sobre Internet das Coisas

Antes de avançar nesse assunto, uma pergunta se impõe: afinal, o que é mesmo “internet das coisas”? Em linhas gerais,  esse conceito pode ser definido da seguinte maneira: é a conexão de objetos ligados à internet, por intermédio de aplicativos, que estão no nosso dia-a-dia, tais como: celulares, carros, TVs, smartphones, ar condicionado, lavadeiras de roupa e de louça, fones de ouvido, entre tantos outros.

Em outras palavras, qualquer coisa que possua uma tecla “ON-OFF” estará passível  de conexão por intermédio da “internet das coisas”. Ou seja, elas poderão conversar entre si, de maneira automática e programável. Para que esse conceito seja ainda mais didático, vamos falar sobre cinco curiosidades que envolvem esse tema.

1. Dispositivos conectados

Estimativas conservadoras, de especialistas da área, dão conta que até 2020 haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados entre si. Outro setor mais otimista chega a projetar um número bem superior: 100 bilhões.


2. As pessoas e as coisas no processo

É óbvio que quando se fala de “internet das coisas” as pessoas não estão excluídas desse processo, afinal deve ser em benefício delas a razão disso tudo. Também aqui existe a corrente dos otimistas e dos pessimistas. Entre as duas, é melhor não ficar com nenhuma delas. Prefira a dos realistas.


3. Iot em nosso cotidiano

O gestor de Tecnologia da Informação (TI), Maxsuell Roger Caetano, explicou como a “internet das coisas” pode ser aplicada em nosso cotidiano: “…você está a caminho de uma reunião. Seu carro pode ter acesso ao seu calendário e já conhece a melhor rota a seguir. Se o tráfego for pesado, seu carro pode enviar um texto para a outra parte notificando-a que você está atrasado”.


4. Economia de tempo

Maxsuell também comentou outro exemplo concreto de aplicação dessa tecnologia: o despertador que está programado para acordá-lo às 6 da manhã poderá se conectar com a cafeteira que, ato contínuo, prepara o café, sem perda de tempo.


5. Cidades Inteligentes

Por fim, lembra-nos o gestor de TI Maxsuell Roger Caetano, a “internet das coisas” também poderá ser usada em escala bem mais ampla. Por exemplo: para ordenar as chamadas “cidades inteligentes”, contribuindo, especialmente nas grandes metrópoles, para a redução do desperdício de água, energia e, ainda, para regular e disciplinar o tráfego urbano.


Vídeo: AFINAL O QUE É INTERNET DAS COISAS? (IoT) Entenda de uma vez por todas

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